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Exercícios de Literatura do 2º ano do ensino médio

101 questões de Literatura do 2º ano do ensino médio, cada uma com a resposta e a explicação passo a passo, organizadas por tema.

Poesia romântica no Brasil e em Portugal

Contexto do Romantismo e projeto de nacionalidade
Leia o texto. Após a Independência, em 1822, o Brasil precisava afirmar-se como nação também no campo da cultura. Escritores e…
Gonçalves Dias - Canção do exílio
Leia os versos. Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais…
Gonçalves Dias - saudade da pátria
Leia a estrofe final da “Canção do exílio”. Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não…
Intertextualidade da Canção do exílio
Leia os textos. Texto I Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores…
Paródias da Canção do exílio
Leia os textos. Texto I Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. DIAS, G. Canção…
Gonçalves Dias - indianismo em I-Juca-Pirama
Leia o trecho, em que um guerreiro tupi aprisionado fala aos inimigos. Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi: Sou filho das selvas, Nas…
Gonçalves Dias - valores do herói indígena
Leia o trecho, em que um guerreiro tamoio fala ao filho recém-nascido. Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver…
Gonçalves Dias - poesia lírico-amorosa
Leia os versos iniciais de um poema de Gonçalves Dias, escrito depois de reencontrar uma mulher com quem fora impedido de se casar. Enfim…
Álvares de Azevedo - morte e mal do século
Leia duas estrofes do poema. Quanta glória pressinto em meu futuro! Que aurora de porvir e que manhã! Eu perdera chorando essas coroas Se…
Álvares de Azevedo - binomia e ironia romântica
Leia trechos do prefácio da segunda parte de Lira dos vinte anos. “Cuidado, leitor, ao voltar esta página! Aqui dissipa-se o mundo…
Álvares de Azevedo - ironia romântica
Leia a estrofe de um poema da segunda parte de Lira dos vinte anos. É ela! é ela! — murmurei tremendo, E o eco ao longe murmurou — é ela!…
Segunda geração - a mulher-anjo
Leia as estrofes iniciais de um soneto. Pálida, à luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores reclinada, Como a lua por noite…
Casimiro de Abreu - saudade da infância
Leia os versos. Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que…
Casimiro de Abreu - medo do amor
Leia a primeira estrofe do poema “Amor e medo”. Quando eu te fujo e me desvio cauto Da luz de fogo que te cerca, ó bela, Contigo dizes…
Junqueira Freire - a morte desejada
Leia os versos de Junqueira Freire, poeta que viveu como monge e expressou em seus poemas fortes conflitos interiores. Pensamento gentil…
Fagundes Varela - lirismo e dor
Leia os versos de um poema que Fagundes Varela escreveu depois da morte do filho pequeno. Eras na vida a pomba predileta Que sobre um mar…
Byronismo, tédio e morte
Leia a estrofe. Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro, — Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao…
Ultrarromantismo e leituras contemporâneas
Leia os textos. Texto I Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida, À sombra de uma cruz, e escrevam nela: — Foi…
Castro Alves - O navio negreiro
Leia o trecho. Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho, Em sangue a se banhar. Tinir de ferros…
Castro Alves - poesia abolicionista
Leia a estrofe, na qual o eu lírico se dirige à bandeira brasileira hasteada num navio negreiro. Auriverde pendão de minha terra, Que a…
Castro Alves - antítese e construção do poema
Leia os versos que abrem “O navio negreiro”. 'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço Brinca o luar — dourada borboleta; E as vagas após…
Poesia condoreira e ideal de progresso
Leia os textos. Texto I Oh! Bendito o que semeia Livros... livros à mão cheia... E manda o povo pensar! O livro caindo n'alma É germe…
Representação da mulher - 2ª x 3ª geração
Leia os textos. Texto I Não te rias de mim, meu anjo lindo! Por ti — as noites eu velei chorando, Por ti — nos sonhos morrerei sorrindo!…
Almeida Garrett - Folhas caídas e tradição clássica
Leia os textos. Texto I Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que…
Almeida Garrett - lirismo amoroso
Leia os versos de um poema de Folhas caídas, livro da maturidade de Garrett. Não te amo, quero-te: o amar vem d'alma. E eu n'alma — tenho…
Marcos de 1825 e 1836
Leia o texto. Em 1825, exilado na França, Almeida Garrett publicou o poema Camões, considerado o marco inicial do Romantismo em Portugal…
Natureza como espelho do eu
Leia os versos, em que uma jovem indígena espera, à noite, o amado Jatir. Por que tardas, Jatir, que tanto a custo À voz do meu amor moves…

Prosa e teatro românticos

Folhetim e ascensão do romance no século XIX
No século XIX, os jornais brasileiros reservavam a parte de baixo da página, o rodapé, para o folhetim: um romance publicado em partes…
Folhetim e narrativas seriadas contemporâneas
Texto 1 Em 1857, o romance O Guarani, de José de Alencar, foi publicado em capítulos no rodapé do jornal Diário do Rio de Janeiro. Os…
Romance urbano: Senhora
Há anos raiou no céu fluminense uma nova estrela. Desde o momento de sua ascensão ninguém lhe disputou o cetro; foi proclamada a rainha…
Romance urbano: casamento e dinheiro em Senhora
Em Senhora, Aurélia, moça pobre, é abandonada pelo noivo Fernando Seixas, que prefere um casamento com dote. Mais tarde, rica por uma…
Romance urbano: A Moreninha
Em A Moreninha (1844), de Joaquim Manuel de Macedo, o estudante Augusto aposta com os amigos que não amará a mesma moça por mais de quinze…
Iracema: prosa poética
Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda…
Iracema: anagrama de América e mito de fundação
Muitos estudiosos observam que o nome Iracema é um anagrama de América. No romance, a jovem tabajara se une ao português Martim, tem com…
Indianismo e releituras contemporâneas
Texto 1 O primeiro cearense, ainda no berço, emigrava da terra da pátria. Havia aí a predestinação de uma raça? ALENCAR, J. Iracema. 1865…
Romance indianista: O Guarani
Em O Guarani (1857), o indígena Peri dedica a vida a proteger Cecília, filha do fidalgo português D. Antônio de Mariz. Ele enfrenta…
Romance indianista: Ubirajara
Em Ubirajara (1874), Alencar narra a vida de povos indígenas antes da chegada dos portugueses. No livro, ele inclui notas em que questiona…
Intertextualidade: Carta de Caminha e Iracema
Texto 1 A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma…
Regionalismo romântico e representação da mulher
Em Inocência, o sitiante Pereira desconfia de qualquer homem que se aproxime da filha. Ele acredita que moças devem ficar guardadas dentro…
A Escrava Isaura: escravidão e abolicionismo
Em A Escrava Isaura (1875), de Bernardo Guimarães, a protagonista é uma mulher escravizada perseguida pelo senhor, Leôncio. O narrador…
Regionalismo romântico: Franklin Távora
No prefácio do romance O Cabeleira (1876), Franklin Távora defendeu a existência de uma “literatura do Norte”. Para ele, as províncias do…
Memórias de um Sargento de Milícias: contexto
Era no tempo do rei. Uma das quatro esquinas que formam as ruas do Ouvidor e da Quitanda, cortando-se mutuamente, chamava-se nesse tempo…
Memórias de um Sargento de Milícias: ordem e desordem
Texto 1 Em Memórias de um Sargento de Milícias, o major Vidigal é a autoridade temida que persegue vadios e desordeiros pelas ruas do Rio…
Prosa romântica portuguesa: Amor de Perdição
Na introdução de Amor de Perdição (1862), o narrador conta que, ao consultar os antigos registros de uma cadeia do Porto, encontrou o nome…
Comparação: Amor de Perdição e Senhora
Texto 1 Em Amor de Perdição, Simão e Teresa se amam, mas pertencem a famílias inimigas. Teresa é enviada a um convento, e Simão, após…
Prosa romântica portuguesa: Viagens na Minha Terra
Em Viagens na Minha Terra (1846), de Almeida Garrett, o narrador relata uma viagem de Lisboa a Santarém. O relato, porém, é interrompido o…
Romance histórico romântico: Herculano e Alencar
Texto 1 Alexandre Herculano pesquisou documentos antigos para escrever narrativas como Eurico, o Presbítero e as Lendas e Narrativas. Elas…
Teatro romântico: Martins Pena
Na comédia O Juiz de Paz da Roça, de Martins Pena, um juiz de uma localidade rural recebe lavradores com queixas sobre animais, terras e…
Teatro romântico: O Noviço
Na comédia O Noviço, de Martins Pena, o espertalhão Ambrósio se casa com uma viúva rica e planeja mandar os parentes dela para o convento…
Teatro romântico: drama e comédia de costumes
Texto 1 Em Leonor de Mendonça, drama de Gonçalves Dias publicado em 1847, o duque de Bragança, no Portugal do século XVI, suspeita…
Romance urbano: Lucíola e o ponto de vista do narrador
Em Lucíola (1862), de José de Alencar, Paulo conta, em cartas dirigidas a uma senhora, sua história de amor com Lúcia, uma cortesã famosa…

Realismo e Naturalismo

Contexto do Realismo-Naturalismo: determinismo e cientificismo
Leia a situação. Na segunda metade do século XIX, sob o impacto da Segunda Revolução Industrial e do prestígio das ciências, ganhou força…
Memórias Póstumas de Brás Cubas: defunto autor e ironia
Leia a dedicatória que abre o romance. "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas…
Memórias Póstumas: metalinguagem e diálogo com o leitor
Leia o trecho do prólogo "Ao leitor". "Trata-se, na verdade, de uma obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um…
Realismo x Romantismo: antiidealização e ironia
Leia os textos. Texto I "Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu…
Memórias Póstumas: pessimismo e balanço final
No último capítulo do romance, intitulado "Das negativas", Brás Cubas faz um balanço da própria vida: não foi ministro, não alcançou a…
Memórias Póstumas: ironia e caracterização do narrador
Em Memórias póstumas de Brás Cubas, o narrador, rapaz rico, encanta-se por Eugênia, moça pobre e bonita, mas descobre que ela é coxa de…
Dom Casmurro e O Ateneu: narrador memorialista
Leia os textos. Texto I "O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência." ASSIS, M. Dom…
Dom Casmurro: linguagem figurada e metalinguagem
Leia o trecho. "Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode…
Dom Casmurro: narrador não confiável e ambiguidade
Num clube de leitura da escola, dois colegas discutem o final de Dom Casmurro. Um diz que a traição de Capitu está provada, "porque o…
Quincas Borba: Humanitismo e darwinismo social
Leia a explicação que o filósofo Quincas Borba dá a Rubião sobre o Humanitismo. "Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As…
Contos machadianos: A Cartomante e intertextualidade
Leia os textos. Texto I Na tragédia Hamlet, de Shakespeare, o príncipe, depois de ver o fantasma do pai, diz ao amigo Horácio que existem…
Contos machadianos: Missa do Galo e ponto de vista
Leia o início do conto. "Nunca pude entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta."…
Contos machadianos: Pai contra Mãe, ironia e escravidão
Leia o início do conto. "A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns…
Contos machadianos: O Alienista e crítica ao cientificismo
Em O alienista, o médico Simão Bacamarte funda em Itaguaí a Casa Verde, um hospício. Movido pelo desejo de definir com exatidão a loucura…
Contos machadianos: Teoria do Medalhão e atualidade
Leia os textos. Texto I No conto "Teoria do medalhão" (1882), de Machado de Assis, um pai aconselha o filho, que acaba de completar 21…
Machado de Assis: primeira fase e ruptura de 1881
Uma estudante leu A mão e a luva (1874) e Helena (1876) e depois Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), todos de Machado de Assis. Ela…
O Cortiço: zoomorfização e cortiço como organismo
Leia o trecho, que descreve o crescimento do cortiço de João Romão. "E naquela terra encharcada e fumegante, naquela umidade quente e…
O Cortiço: Bertoleza, João Romão e crítica social
No final de O cortiço (1890), de Aluísio Azevedo, João Romão, já rico e prestes a se casar com Zulmira, denuncia Bertoleza aos antigos…
Naturalismo: Zola, romance experimental e determinismo do meio
Leia os textos. Texto I Em O cortiço (1890), Jerônimo, trabalhador português sério e disciplinado, passa a viver no cortiço e se apaixona…
Aluísio Azevedo: O Mulato e o marco de 1881
Leia a situação. Publicado em 1881, O mulato, de Aluísio Azevedo, narra a história de Raimundo, jovem culto que volta a São Luís do…
Raul Pompeia: O Ateneu, memória e impressionismo
Em O Ateneu (1888), que tem o subtítulo "crônica de saudades", o narrador Sérgio, já adulto, relembra os anos em que viveu num internato…
Realismo português: Questão Coimbrã
Leia a situação. Em 1865, o poeta António Feliciano de Castilho, figura consagrada do Romantismo em Portugal, criticou jovens escritores…
Eça de Queirós: O Primo Basílio e crítica à burguesia
Em O primo Basílio (1878), de Eça de Queirós, Luísa, jovem burguesa de Lisboa que cresceu lendo romances românticos, envolve-se com o…
Eça e Machado: diálogo crítico sobre o Realismo
Leia os textos. Texto I Em O primo Basílio (1878), de Eça de Queirós, o adultério de Luísa só se complica porque a criada Juliana encontra…
Realismo x Naturalismo: comparação entre Machado e Aluísio
Leia os textos. Texto I "Agora, porém, que estou cá do outro lado, posso confessar tudo: o que me influiu principalmente foi o gosto de…
Recursos da prosa realista: discurso indireto livre
Numa oficina de escrita, um estudante produziu o trecho abaixo, inspirado na prosa realista. "Joana guardou o bilhete no bolso do avental…
Adolfo Caminha: Bom-Crioulo, A Normalista e Naturalismo
Leia a situação. Adolfo Caminha publicou A normalista (1893), ambientado em Fortaleza, e Bom-Crioulo (1895). Este narra a história de…

Parnasianismo, Simbolismo e diálogos da poesia finissecular

Olavo Bilac: Profissão de Fé e a metalinguagem do ourives
Leia a estrofe. Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto relevo Faz de uma flor. BILAC, O. Profissão de…
Versificação: contagem de sílabas poéticas
Leia os versos. Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor BILAC, O. Profissão de fé. In: Poesias. 1888. Na contagem das sílabas…
Soneto e chave de ouro em Via Láctea, de Olavo Bilac
Leia o soneto. “Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E…
Olavo Bilac: Língua Portuguesa
Leia o quarteto. Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta…
Versificação: o verso decassílabo
Leia o verso. Última flor do Lácio, inculta e bela, BILAC, O. Língua portuguesa. In: Tarde. 1919. Faça a escansão do verso, unindo vogais…
Raimundo Correia: As Pombas
Leia o soneto. Vai-se a primeira pomba despertada... Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas De pombas vão-se dos pombais, apenas…
Versificação: rima rica e rima pobre
Releia os quartetos de “Mal secreto”, de Raimundo Correia. Se a cólera que espuma, a dor que mora N'alma, e destrói cada ilusão que nasce…
Simbolismo: Baudelaire e as correspondências
Leia o fragmento, acompanhado de tradução livre. La Nature est un temple où de vivants piliers Laissent parfois sortir de confuses…
Cruz e Sousa: Antífona e a obsessão pelo branco
Leia o quarteto que abre o livro Broquéis. Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas! Ó Formas vagas…
Simbolismo: musicalidade e aliteração
Leia a estrofe. Vozes veladas, veludosas vozes, Volúpias dos violões, vozes veladas, Vagam nos velhos vórtices velozes Dos ventos, vivas…
Cruz e Sousa: dor e transcendência
Leia o quarteto. Ah! Toda a alma num cárcere anda presa, Soluçando nas trevas, entre as grades Do calabouço olhando imensidades, Mares…
Cruz e Sousa: Emparedado e a condição do poeta negro
Leia a descrição. Em “Emparedado”, texto em prosa poética do livro Evocações (1898), Cruz e Sousa constrói a imagem de um artista cercado…
Alphonsus de Guimaraens: musicalidade e redondilha em diálogo com o Romantismo
Leia os textos. Texto I Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. DIAS, G. Canção…
Simbolismo português: Camilo Pessanha e Clepsidra
Leia a estrofe do poeta português. Chorai, arcadas Do violoncelo! Convulsionadas, Pontes aladas De pesadelo... PESSANHA, C. Violoncelo…
Simbolismo português: António Nobre e Só
Leia a descrição. O livro Só (1892), do português António Nobre, é marcado por um eu lírico solitário e doentio, que lamenta a própria…
Parnasianismo x Simbolismo: forma x sugestão
Leia os textos. Texto I Esta de áureos relevos, trabalhada De divas mãos, brilhante copa, um dia, Já de aos deuses servir como cansada…
Parnasianismo x Simbolismo: metalinguagem em Bilac e Verlaine
Leia os textos, ambos sobre o fazer poético. Texto I Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto relevo Faz…
Augusto dos Anjos: vocabulário científico e pessimismo
Leia o quarteto. Eu, filho do carbono e do amoníaco, Monstro de escuridão e rutilância, Sofro, desde a epigênesis da infância, A…
Augusto dos Anjos: o grotesco em diálogo com o Parnasianismo
Leia os textos. Texto I Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja ventura única consiste Em parecer aos outros venturosa! CORREIA, R. Mal…
Augusto dos Anjos: o poeta inclassificável
Leia o trecho e a situação. Já o verme — este operário das ruínas — Que o sangue podre das carnificinas Come, e à vida em geral declara…
Comentário apreciativo: Ismália em playlist comentada
Leia a estrofe final do poema e a situação. As asas que Deus lhe deu Ruflaram de par em par... Sua alma subiu ao céu, Seu corpo desceu ao…
Olavo Bilac: intertextualidade com Dante
Leia os textos. Texto I Nel mezzo del cammin di nostra vita mi ritrovai per una selva oscura [No meio do caminho de nossa vida /…

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