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Exercícios de Literatura do 1º ano do ensino médio

100 questões de Literatura do 1º ano do ensino médio, cada uma com a resposta e a explicação passo a passo, organizadas por tema.

Fundamentos: o que é literatura e os gêneros literários

Conceito de literatura: arte da palavra
Leia o poema a seguir. A chuva escreve na janela cartas que ninguém vai ler; o vidro guarda cada letra até o sol apagar. O poema pode ser…
Conceito de literatura: ficcionalidade
Leia o trecho a seguir. Naquela cidade, os relógios só andavam quando alguém ria. Por isso, nas segundas-feiras, as horas demoravam tanto…
Conceito de literatura: verossimilhança
Em um conto, um garoto apresentado desde o início como alguém com pavor de altura decide, no último parágrafo, saltar de paraquedas sem…
Conceito de literatura: plurissignificação
Leia o poema a seguir. Meu avô deixou a porta aberta quando partiu naquela tarde. Desde então a casa inteira tem cheiro de despedida. O…
Texto literário x texto não literário
Texto I Saudade: substantivo feminino. Sentimento de falta causado pela ausência de alguém ou de algo querido. Texto II Saudade é um…
Texto literário x texto não literário: notícia e crônica
Leia os dois textos a seguir. Texto I (notícia) Temporal deixa bairros sem energia elétrica por seis horas na noite de ontem. Segundo a…
Funções sociais da literatura: humanizadora
Uma estudante que nunca viveu uma guerra leu um romance narrado por um menino refugiado. Ao final, disse que passou a compreender o medo e…
Funções sociais da literatura: catártica
Na Grécia Antiga, o público assistia às tragédias e sentia medo e compaixão diante do sofrimento do herói. Ao final do espetáculo, os…
Funções da linguagem: função poética
Leia o poema a seguir. Bate o vento na vidraça, passa, passa a ventania; a casa inteira se embaraça no rumor da noite fria. A função da…
Funções da linguagem: função emotiva
Leia o poema a seguir. Ai de mim, que espero tanto por quem nunca vem me ver! Guardo no peito o meu pranto e não sei o que fazer. Além da…
Funções da linguagem: função metalinguística
Leia o poema a seguir. Escrevo este verso torto e o deixo assim, sem conserto: poema que nasce morto às vezes nasce mais certo. O poema…
Gênero narrativo: narrador onisciente
Leia o trecho a seguir. Marta sorria para a amiga, mas por dentro sentia inveja do vestido novo. A amiga, por sua vez, nem percebia o…
Gênero narrativo: tempo
Leia o trecho a seguir. Os cinco minutos na sala de espera do dentista duraram uma eternidade. Lucas contou os azulejos, releu o mesmo…
Gênero narrativo: epopeia x romance
Leia os versos iniciais de 'Os Lusíadas', de Luís de Camões. As armas e os barões assinalados Que da ocidental praia Lusitana Por mares…
Gênero narrativo: enredo
Leia o resumo de um conto. Numa vila de pescadores, Celina sonhava ser a primeira mulher a pilotar o barco do pai, e os vizinhos riam da…
Gênero dramático: rubricas
Leia o trecho de um texto teatral. MÃE (entrando apressada, com uma sacola nas mãos) — Alguém viu minhas chaves? FILHO (sem tirar os olhos…
Gêneros em prosa do cotidiano: crônica
Leia o trecho a seguir. Hoje, na fila da padaria, um senhor ensinava ao neto a escolher o pão pelo barulho da casca. Fiquei pensando em…
Gêneros em prosa do cotidiano: fábula e conto
Leia o texto a seguir. Um esquilo passou o outono contando vantagem para os outros bichos, dizendo que tinha a maior despensa da floresta…
Literatura oral e popular: cordel
Leia a estrofe a seguir, escrita à maneira da literatura de cordel. Vou contar para vocês a história de um vaqueiro que montou num boi…
Literatura oral: narrativas indígenas e africanas
Em muitos povos indígenas brasileiros, histórias sobre a origem do fogo, dos rios ou da noite são contadas pelos mais velhos às crianças e…
Leitura pessoal x leitura coletiva: limites da interpretação
Leia os versos de Luís de Camões. Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor…
Periodização literária: cânone e estilo de época
Obras escritas por mulheres no período colonial foram pouco lidas e quase não foram reeditadas durante séculos. Recentemente…

Linguagem poética: versificação, conotação e figuras de linguagem

Denotação e conotação
Leia os versos a seguir. Meu peito é uma casa vazia onde o vento entra sem bater. Nesses versos, a expressão "casa vazia" foi empregada em…
Verso e estrofe: classificação das estrofes
Leia o poema a seguir. A chuva chega devagar, molha o telhado da escola e some sem se despedir. Fica no pátio um cheiro de terra…
Metrificação e escansão: sílaba poética e elisão
Leia o verso a seguir. A noite desceu sobre o mar Um estudante contou 9 sílabas gramaticais, e o professor explicou que o verso tem 8…
Tipos de verso: redondilha menor e quadra popular
Leia a quadra a seguir. A lua no céu caminha sozinha e deixa no rio um rastro de linha. Quanto à métrica, os versos dessa quadra são…
Tipos de verso: redondilha maior
Leia os versos iniciais de uma cantiga de Luís de Camões (século XVI). Descalça vai para a fonte Leonor pela verdura; vai fermosa e não…
Tipos de verso: decassílabo heroico e sáfico
Os dois versos a seguir são decassílabos. I. O vento leva as folhas do quintal II. Canta o menino no portão da escola Fazendo a escansão e…
Verso livre e verso branco
Leia os versos a seguir. Todos eles têm dez sílabas poéticas. O sol batia forte no portão, e cada folha seca da calçada dançava sem…
Esquemas de rima: alternada, emparelhada e interpolada
Leia a estrofe a seguir. Abro o caderno sobre a mesa, escrevo um verso devagar; a tarde passa com leveza, e a lua sobe pelo ar. Quanto à…
Rima rica e rima pobre
Leia a estrofe a seguir. Deixei a casa ao fim do dia levando apenas a saudade; no peito, a voz que me dizia que voltaria à cidade…
Formas fixas: o soneto e a chave de ouro
Os versos abaixo são os dois tercetos que encerram um soneto (forma fixa de 14 versos: dois quartetos e dois tercetos). O tempo leva a cor…
Formas fixas: o rondó
Leia o poema a seguir. Flor do campo, flor singela, quem te deu tanta beleza? Nasceste junto à janela, sem pedir nada a ninguém; e o sol…
Ritmo e sonoridade: aliteração e assonância
Leia os versos a seguir. I. O vento varre a vila vazia II. A tarde passa mansa, larga e branda Sobre as repetições sonoras presentes nos…
Ritmo e sonoridade: onomatopeia
Leia os versos a seguir. Tique-taque, faz o relógio da sala, enquanto lá fora a chuva, plic, plic, desenha no vidro o que ninguém fala. As…
Ritmo e sonoridade: paronomásia e efeito de sentido
Leia o poema a seguir. Não quero a cela do quarto fechado, quero a sela do cavalo e o caminho; prefiro o sonho ao sono sossegado, e o…
Figuras de palavra: metáfora e comparação
Leia os versos a seguir. I. Teu riso é um sino de manhã de festa. II. Teu riso soa como um sino de festa. Sobre a figura de linguagem…
Figuras de palavra: metonímia
Leia os versos a seguir. Passei o domingo lendo Camões, deitado na rede da varanda, enquanto o rádio, baixinho, tocava uma canção antiga…
Figuras de palavra: sinestesia
Leia os versos a seguir. Na cozinha, o cheiro doce do bolo se misturava à voz quente da avó e à luz macia da manhã. As expressões "cheiro…
Figuras de palavra: perífrase e antonomásia
Leia os versos a seguir. No livro aberto, o rei dos animais dormia à sombra de uma árvore antiga. A expressão "o rei dos animais", usada…
Figuras de pensamento: antítese e seu efeito no poema barroco
Leia o primeiro quarteto de um soneto de Gregório de Matos (século XVII). Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, Depois da Luz se segue…
Figuras de pensamento: paradoxo e antítese
Leia o quarteto inicial de um soneto de Luís de Camões (século XVI). Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói, e não se sente; é…
Figuras de pensamento: eufemismo
Leia o quarteto inicial de um soneto de Luís de Camões, dedicado à amada que morreu. Alma minha gentil, que te partiste tão cedo desta…
Figuras de construção: hipérbato
Leia o quarteto inicial de um soneto de Luís de Camões. Sete anos de pastor Jacó servia Labão, pai de Raquel, serrana bela; mas não servia…
Figuras de construção: anáfora
Leia o quarteto inicial de um soneto de Luís de Camões. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser, muda-se a confiança; todo…
Figuras de construção: polissíndeto e assíndeto
Leia os versos a seguir. E corre, e pula, e grita, e ri o menino no quintal molhado de chuva. A figura de construção predominante no…

Das origens portuguesas ao Quinhentismo: Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e literatura de informação

Trovadorismo: contexto, trovadores, jograis e cancioneiros
Leia o texto a seguir. Na Península Ibérica dos séculos XII a XIV, as cantigas eram compostas por trovadores, em geral nobres, e muitas…
Cantiga de amor: vassalagem amorosa e feudalismo
Leia a cantiga a seguir, composta à maneira dos trovadores medievais. Senhor, a quem sirvo sem galardão, de vós não peço mais que um…
Cantiga de amigo: eu lírico feminino e natureza
Leia a cantiga de Martin Codax, trovador galego do século XIII, em ortografia atualizada. Ondas do mar de Vigo, se vistes meu amigo! E ai…
Cantiga de amigo: paralelismo e refrão
Leia os versos iniciais de uma cantiga de amigo de D. Dinis, em ortografia atualizada. Ai flores, ai flores do verde pino, se sabedes…
Cantiga de escárnio: crítica indireta e ironia
Leia o texto a seguir, composto à maneira das cantigas satíricas medievais. Conheço um cavaleiro tão valente que a espada da bainha nunca…
Cantiga de maldizer: crítica direta e nomeação
Leia o texto a seguir, composto à maneira das cantigas satíricas medievais. Dom Fuão, que tanto se gaba de ser fidalgo de alta linhagem, é…
Novelas de cavalaria: A demanda do Santo Graal e o ideal cavaleiresco
Leia o texto a seguir. Na novela de cavalaria A demanda do Santo Graal, muitos cavaleiros da Távola Redonda partem em busca do cálice…
Humanismo: crônica histórica de Fernão Lopes
Leia o texto a seguir. Fernão Lopes, cronista do século XV, foi encarregado de escrever a história dos reis de Portugal. Para isso…
Humanismo: poesia palaciana e medida velha
Leia os versos de João Roiz de Castelo Branco, publicados no Cancioneiro geral (1516), organizado por Garcia de Resende. Senhora, partem…
Gil Vicente: personagens-tipo no Auto da barca do inferno
Leia o texto a seguir. No Auto da barca do inferno (1517), de Gil Vicente, as almas chegam a um cais onde há duas barcas: a do Anjo, que…
Gil Vicente: crítica social e religiosa
Leia o texto a seguir. No Auto da barca do inferno, de Gil Vicente, chega ao cais um Frade de mãos dadas com uma moça, cantando e…
Gil Vicente: julgamento moral no Auto da barca do inferno
Leia o texto a seguir. Ao final do Auto da barca do inferno, quase todos os que chegam ao cais são condenados: o Fidalgo, o Onzeneiro, o…
Gil Vicente: auto e farsa
Leia o texto a seguir. Na Farsa de Inês Pereira (1523), de Gil Vicente, Inês é uma jovem que sonha casar com um homem “discreto”, isto é…
Classicismo: Renascimento, antropocentrismo e modelos greco-latinos
O Classicismo português, ligado ao Renascimento europeu, apresenta as características a seguir, EXCETO:
Classicismo: medida nova e verso decassílabo
Leia os versos a seguir. Meu coração não sabe descansar, pois vive preso a quem não quer me ver. Esses versos seguem a medida nova…
Camões lírico: neoplatonismo amoroso
Leia o quarteto inicial de um soneto de Luís de Camões, em ortografia atualizada. Transforma-se o amador na cousa amada, por virtude do…
Camões lírico: o desconcerto do mundo
Leia os versos de Luís de Camões, em ortografia atualizada. Os bons vi sempre passar no mundo graves tormentos; e, para mais me espantar…
Os Lusíadas: invocação e diálogo com os modelos greco-latinos
Leia estes versos de Os Lusíadas, de Luís de Camões, em ortografia atualizada. E vós, Tágides minhas, pois criado tendes em mi um novo…
Os Lusíadas: episódio de Inês de Castro
Leia os versos iniciais do episódio de Inês de Castro, em Os Lusíadas, de Luís de Camões, em ortografia atualizada. Estavas, linda Inês…
Os Lusíadas: episódio do Gigante Adamastor
No Canto V de Os Lusíadas, um gigante surge diante da frota portuguesa e se apresenta assim (ortografia atualizada): Eu sou aquele oculto…
Os Lusíadas: episódio do Velho do Restelo
No Canto IV de Os Lusíadas, quando as naus partem da praia de Belém, um velho de aspecto venerável, o Velho do Restelo, faz um discurso…
Quinhentismo: Carta de Caminha e o olhar europeu sobre os indígenas
Leia um trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha (1500), em ortografia atualizada. A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados…
Quinhentismo: literatura de informação e interesses da colonização
Leia outro trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, em ortografia atualizada. Águas são muitas; infindas. E em tal…
Literatura jesuítica: teatro de Anchieta e choque cultural
Leia o texto a seguir. No Auto de São Lourenço, peça escrita pelo padre José de Anchieta no século XVI, com falas em tupi, português e…
Literatura jesuítica: poesia catequética de Anchieta
Leia os versos iniciais do poema “Do Santíssimo Sacramento”, de José de Anchieta, em ortografia atualizada. Oh que pão, oh que comida, oh…
Permanências e rupturas: da cantiga de amor à lírica camoniana
Leia os dois textos. Texto I (composto à maneira das cantigas de amor) Mia senhor, de tão bom parecer, que Deus fez sem nenhum defeito…

Barroco e Arcadismo: séculos XVII e XVIII em Portugal e no Brasil

Contexto do Barroco: Reforma, Contrarreforma e dualismo
Leia o texto a seguir. No século XVII, a Europa vivia dividida. De um lado, a Reforma protestante questionava a autoridade da Igreja; de…
Contexto do Barroco: arte e Contrarreforma
Imagine o interior de uma igreja colonial em Salvador: paredes e altares cobertos de talha dourada, anjos esculpidos, colunas retorcidas e…
Características barrocas: contraste, antítese e paradoxo
Leia o poema a seguir. Teu riso é luz que me escurece o dia; tua presença é ausência que me fere; quanto mais te procuro, mais me perco, e…
Cultismo (gongorismo): jogo de palavras e imagens
Leia o poema a seguir. Do rubi de teus lábios nasce a aurora, de neve e jaspe é feito o teu semblante, e o ouro dos cabelos, ondulante…
Conceptismo (quevedismo): jogo de ideias e raciocínio
Os versos a seguir, de Gregório de Matos, fazem parte de um soneto escrito a propósito do braço de uma imagem do Menino Jesus que havia…
Padre Antônio Vieira: Sermão da Sexagésima e a crítica ao cultismo
'Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os pregadores fazem o sermão em xadrez de palavras.' (Padre Antônio Vieira, Sermão da…
Gregório de Matos: poesia religiosa, o pecador diante de Deus
Leia a estrofe de um soneto religioso de Gregório de Matos. Ofendi-vos, Meu Deus, bem é verdade, É verdade, meu Deus, que hei delinquido…
Gregório de Matos: poesia lírico-amorosa e o carpe diem barroco e árcade
Texto I (Gregório de Matos, Barroco) Goza, goza da flor da mocidade, Que o tempo trota a toda ligeireza, E imprime em toda flor sua…
Gregório de Matos: poesia satírica e crítica à sociedade baiana
Leia os versos satíricos de Gregório de Matos sobre a cidade da Bahia. Que falta nesta cidade?... Verdade. Que mais por sua desonra?…
Gregório de Matos: o Boca do Inferno e a ironia satírica
Leia a estrofe de Gregório de Matos. A cada canto um grande conselheiro, Que nos quer governar cabana, e vinha, Não sabem governar sua…
Gregório de Matos: sátira e crítica à exploração colonial
Leia os versos de Gregório de Matos. Triste Bahia! ó quão dessemelhante Estás e estou do nosso antigo estado! Pobre te vejo a ti, tu a mi…
Padre Antônio Vieira: o sermão como gênero
Padre Antônio Vieira é considerado o maior pregador da língua portuguesa no século XVII. O sermão, gênero que ele cultivou, pode ser…
Padre Antônio Vieira: argumentação conceptista
Leia o trecho do Sermão de Santo Antônio aos peixes, de Padre Antônio Vieira. Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores…
Padre Antônio Vieira: Sermão de Santo Antônio aos peixes e alegoria
Leia o trecho do Sermão de Santo Antônio aos peixes, pregado por Vieira em São Luís do Maranhão, em 1654, em meio a conflitos com colonos…
Padre Antônio Vieira: defesa dos indígenas
Leia o resumo a seguir. No Sermão da Primeira Dominga da Quaresma, pregado em São Luís em 1653, Vieira disse aos colonos que o verdadeiro…
Contexto do Arcadismo: Iluminismo e reação ao exagero barroco
O Arcadismo surgiu no século XVIII como reação ao Barroco, sob a influência do Iluminismo. São características da poesia árcade, EXCETO
Contexto do Arcadismo: ciclo do ouro e Inconfidência Mineira
Leia o texto a seguir. No século XVIII, a mineração do ouro transformou Vila Rica, em Minas Gerais, num centro urbano rico, com juízes…
Lemas árcades: fugere urbem
Leia o poema a seguir. Deixo o rumor das praças e dos portos, os negócios, a pressa, a vaidade; vou buscar, entre ovelhas e hortos, a paz…
Lemas árcades: aurea mediocritas
Leia a lira de Tomás Antônio Gonzaga, de Marília de Dirceu. Eu, Marília, não sou algum vaqueiro, Que viva de guardar alheio gado; De tosco…
Lemas árcades: locus amoenus
Leia o poema a seguir. Aqui, à sombra de um salgueiro manso, corre o regato limpo sobre a areia; o vento brando as folhas balanceia e o…
Lemas árcades: inutilia truncat
Leia duas versões de um mesmo assunto, criadas para esta questão. Versão 1: Ó tu, áureo farol do etéreo assento, que em rubros carros de…
Pastoralismo e bucolismo: pseudônimos pastoris
Leia o texto a seguir. No Arcadismo, Tomás Antônio Gonzaga se apresentava como o pastor Dirceu e chamava a amada de Marília; Cláudio…
Cláudio Manuel da Costa: transição entre Barroco e Arcadismo e paisagem mineira
Leia o quarteto de um soneto de Cláudio Manuel da Costa. Destes penhascos fez a natureza O berço, em que nasci! oh quem cuidara, Que entre…
Tomás Antônio Gonzaga: sátira política nas Cartas chilenas
Leia o resumo a seguir. As Cartas chilenas circularam anônimas em Vila Rica no fim do século XVIII e hoje são atribuídas a Tomás Antônio…
Épica árcade e o indígena: O Uraguai
Leia o resumo e o verso a seguir. O Uraguai, de Basílio da Gama, narra a expedição de portugueses e espanhóis contra os guaranis das…
Épica árcade e o indígena: Caramuru e O Uraguai
Caramuru, do frei Santa Rita Durão, narra em oitavas rimadas, como Os Lusíadas, a história do português Diogo Álvares na Bahia e a…
Diálogos com o presente: releituras do carpe diem
Leia o refrão de uma canção fictícia, criada para esta questão. O relógio não espera ninguém, a juventude é um flash que some; então dança…
Diálogos com o presente: releituras da sátira barroca
Gregório de Matos compôs sátiras em que perguntas sobre a cidade recebem respostas de uma só palavra, rimadas. Leia um texto publicado por…
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