LiteraturaPastoralismo e bucolismo: pseudônimos pastorisNível 1
Leia o texto a seguir.
No Arcadismo, Tomás Antônio Gonzaga se apresentava como o pastor Dirceu e chamava a amada de Marília; Cláudio Manuel da Costa adotou o nome pastoril de Glauceste Satúrnio. Na vida real, esses poetas eram juízes, advogados e funcionários da colônia.
O uso desses pseudônimos pastoris indica que os poetas árcades
Aeram de fato pastores e queriam registrar a própria rotina no campo.
Bprecisavam esconder a identidade para fugir da perseguição da Coroa.
Cadotavam uma convenção literária, fingindo-se pastores para cantar a vida simples.✓ correta
Drejeitavam a tradição greco-latina e criavam nomes totalmente brasileiros.
Edesejavam satirizar os moradores do campo, vistos como rudes e ignorantes.
Resposta correta: alternativa C
💡 Explicação
A alternativa correta é a C. Os poetas viviam na cidade, mas assumiam a máscara de pastores para cantar o amor e a natureza de forma idealizada: é o fingimento poético do pastoralismo. A alternativa B é um erro comum: os nomes pastoris eram uma convenção de estilo, não um disfarce contra a polícia. Esses nomes, aliás, vinham da tradição clássica, o que elimina a D.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.