LiteraturaGil Vicente: auto e farsaNível 2
Leia o texto a seguir.
Na Farsa de Inês Pereira (1523), de Gil Vicente, Inês é uma jovem que sonha casar com um homem “discreto”, isto é, culto e elegante. Casa-se com um escudeiro que, depois do casamento, a mantém presa em casa. Viúva, aceita um pretendente simples e bobo, a quem passa a enganar. A peça ilustra o ditado “mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube”.
A obra é classificada como farsa, e não como auto, porque
Atem caráter religioso e alegórico, com anjos e demônios julgando as almas.
Bapresenta situações cômicas do cotidiano, satirizando os costumes da sociedade.✓ correta
Cé escrita em prosa, sem versos, como a crônica histórica de Fernão Lopes.
Dnarra os feitos heroicos de navegadores portugueses em terras distantes.
Esegue as regras do teatro clássico greco-latino, com heróis trágicos e nobres.
Resposta correta: alternativa B
💡 Explicação
A alternativa correta é a B. A farsa é uma peça curta e cômica, que tira humor de situações do dia a dia, como casamentos e interesses, e critica os costumes. O auto, como o Auto da barca do inferno, tem tom religioso e personagens alegóricos, que é o que descreve a alternativa A. As peças de Gil Vicente são escritas em versos, o que elimina a alternativa C.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.