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Vitalidade fetal anteparto: cardiotocografia basal — Obstetrícia

ObstetríciaVitalidade fetal anteparto: cardiotocografia basalNível 2

Primigesta de 27 anos, com 37 semanas e 2 dias, gestação de baixo risco, faz cardiotocografia anteparto porque refere diminuição subjetiva dos movimentos fetais desde a manhã. PA 110x70 mmHg, sem contrações. Em 20 minutos de registro, a frequência cardíaca fetal basal é de 135 bpm, a variabilidade é moderada (6 a 25 bpm) e não há acelerações transitórias nem desacelerações.

Qual é a conduta mais adequada diante desse traçado?

AProlongar o registro por mais 20 minutos, podendo associar estímulo sonoro ou vibroacústico✓ correta
BIndicar cesárea imediata por sofrimento fetal agudo
CConsiderar o exame normal e dispensar qualquer reavaliação
DRealizar teste de estresse com ocitocina como próximo passo obrigatório
EInternar para indução imediata do parto com ocitocina
Resposta correta: alternativa A
💡 Explicação
A alternativa A está correta: sem acelerações em 20 minutos, a cardiotocografia é não reativa. Com FCF basal normal, variabilidade moderada e sem desacelerações, a causa mais comum é o sono fetal, e por isso se prolonga o registro até 40 minutos ou se faz estímulo sonoro ou vibroacústico. Se o traçado continuar não reativo, a avaliação segue com o perfil biofísico fetal. Não há critério de sofrimento fetal que justifique cesárea imediata (B) ou indução imediata (E). O exame não pode ser dado como normal e reativo (C), porque falta o critério de acelerações. O teste com ocitocina (D) caiu em desuso e não é o próximo passo de rotina. Fonte: FEBRASGO, Avaliação da Vitalidade Fetal Anteparto, e Zugaib Obstetrícia.
Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.
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