Educação FísicaDanças urbanas: breaking como modalidade olímpicaNível 3
Nascido em festas de rua de bairros pobres de Nova York, nos anos 1970, o breaking estreou como modalidade olímpica em 2024. A novidade trouxe visibilidade e patrocínio, mas também gerou debate: parte dos dançarinos teme que critérios de pontuação padronizados diminuam a improvisação e a ligação com a cultura hip-hop; outra parte vê ali uma chance de profissionalização para jovens da periferia.
O debate descrito revela uma tensão entre
Aa prática do breaking por homens e a proibição da participação de mulheres.
Ba institucionalização esportiva e a preservação do caráter cultural da dança.✓ correta
Ca origem estrangeira do breaking e a impossibilidade de praticá-lo no Brasil.
Do caráter competitivo das batalhas e a falta de qualquer disputa nas ruas.
Ea valorização da técnica e o desinteresse dos jovens da periferia pela dança.
Resposta correta: alternativa B
💡 Explicação
A alternativa B é a correta: de um lado, a entrada nos Jogos traz regras, pontuação e profissionalização; de outro, há o receio de perder a improvisação e a identidade de rua. A alternativa D erra, pois as batalhas de rua sempre tiveram disputa, só que com outra lógica. A alternativa E contradiz o texto, que mostra o interesse dos jovens da periferia em se profissionalizar.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.