Enfermagem em Saúde da Criança e do AdolescenteDoenças exantemáticas: sarampo, precauções e notificaçãoNível 2
Gabriel, 6 anos, sem comprovação de vacinação, é admitido na pediatria com febre alta há quatro dias, tosse, coriza, conjuntivite e exantema maculopapular que começou no rosto e atrás das orelhas e progrediu em sentido craniocaudal. A equipe médica registra suspeita de sarampo.
A conduta de enfermagem adequada é
Amanter apenas precauções padrão e notificar o caso somente após a confirmação laboratorial do diagnóstico.
Binstituir precaução para gotículas com máscara cirúrgica e incluir o caso na notificação semanal de rotina da unidade.
Cadotar somente precaução de contato e dispensar a notificação, pois o sarampo é considerado doença eliminada no Brasil.
Daguardar o resultado da sorologia para decidir se a criança deve ou não ser mantida em quarto privativo.
Einstituir precaução para aerossóis, com quarto privativo de porta fechada e máscara N95 para os profissionais, e notificar imediatamente o caso suspeito à vigilância.✓ correta
Resposta correta: alternativa E
💡 Explicação
A alternativa E está correta: o sarampo é transmitido por aerossóis, exigindo quarto privativo (de preferência com pressão negativa), porta fechada e uso de respirador N95/PFF2 pelos profissionais; além disso, todo caso suspeito é de notificação compulsória imediata, para que a vigilância realize investigação e bloqueio vacinal dos contatos, segundo o Ministério da Saúde. A notificação não depende de confirmação laboratorial (A e D), pois o atraso compromete as medidas de controle. Máscara cirúrgica e precaução para gotículas (B) não protegem contra partículas suspensas no ar. A ocorrência de casos e a perda da certificação de eliminação reforçam que o sarampo continua exigindo notificação e isolamento, o que torna a alternativa C errada.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.