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Aristóteles: virtude como justa medida (meio-termo) e como hábito — Filosofia

FilosofiaAristóteles: virtude como justa medida (meio-termo) e como hábitoNível 1

Para Aristóteles, a virtude moral é uma justa medida, isto é, um meio-termo entre dois vícios: um por falta e outro por excesso. A coragem é um dos exemplos que ele usa.

Entre quais vícios a coragem se situa?

AEntre o medo e a prudência, que são ambos vícios por excesso.
BEntre a covardia, por falta, e a temeridade (ousadia imprudente), por excesso.✓ correta
CEntre a avareza, por falta, e o desperdício, por excesso.
DEntre a covardia, por excesso, e a coragem extrema, por falta.
EEntre a timidez, por falta, e a vaidade, por excesso.
Resposta correta: alternativa B
💡 Explicação
A alternativa correta é a B. Quem tem coragem de menos é covarde, e quem tem demais se arrisca sem pensar, o que é temeridade; a virtude está no meio. A C traz um exemplo verdadeiro de Aristóteles, mas é o meio-termo da generosidade, e não da coragem. A A erra porque a prudência não é vício, é justamente o que ajuda a encontrar a justa medida.
Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.
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