Enfermagem em Doenças TransmissíveisRaiva humana: profilaxia pós-exposição e conduta com o animal agressorNível 3
Um homem de 25 anos procura a UBS 2 horas após ser mordido no antebraço pelo cão do vizinho, que é vacinado, está saudável e vai continuar sob observação no domicílio. O ferimento é único e superficial, com pequena escoriação, sem atingir mãos, face, cabeça ou pés.
Segundo as normas do Ministério da Saúde para profilaxia da raiva humana, a conduta adequada é:
Ainiciar soro antirrábico e vacina imediatamente, pois toda mordedura de cão exige profilaxia completa.
Biniciar o esquema vacinal completo, independentemente da observação do animal.
Clavar o ferimento com água e sabão, não iniciar profilaxia e observar o cão por 10 dias, iniciando o esquema se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento.✓ correta
Dorientar a eutanásia do animal para exame laboratorial antes de qualquer conduta com o paciente.
Esuturar o ferimento e dispensar a observação do animal, pois o cão é vacinado.
Resposta correta: alternativa C
💡 Explicação
A alternativa C está correta: nas normas técnicas de profilaxia da raiva humana do Ministério da Saúde, em ferimento leve (superficial, fora de mãos, face, cabeça e pés) causado por cão ou gato observável, a conduta é lavar o ferimento com água e sabão e observar o animal por 10 dias, sem profilaxia inicial. A profilaxia só é iniciada se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento. Soro e vacina imediatos (alternativa A) ficam para situações de maior risco, como ferimentos graves com animal não observável ou suspeito. A vacinação do cão não dispensa a observação (alternativa E), e a eutanásia de animal sadio e observável não é indicada.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.