ArteCinema Novo e a estética da fomeNível 2
Nos anos 1960, cineastas brasileiros do Cinema Novo filmaram com pouco dinheiro, câmera na mão, luz forte e estourada do sertão e muitos atores não profissionais. Num manifesto de 1965, o cineasta baiano Glauber Rocha defendeu uma "estética da fome": a miséria e a violência do país não deveriam ser disfarçadas, e a própria precariedade técnica poderia se tornar linguagem e forma de crítica.
A "estética da fome" propunha
Atransformar a escassez de recursos em linguagem crítica sobre a realidade do país.✓ correta
Bimitar as grandes produções de Hollywood, com estúdios, astros e efeitos caros.
Cproduzir comédias musicais leves para distrair o público dos problemas sociais.
Devitar temas regionais, preferindo histórias que se passam em cidades europeias.
Evalorizar a técnica impecável como forma de mostrar um Brasil próspero e moderno.
Resposta correta: alternativa A
💡 Explicação
A alternativa A é a correta. O Cinema Novo assumiu a falta de recursos como escolha estética e usou essa linguagem para mostrar e criticar a desigualdade brasileira. A alternativa B descreve exatamente o modelo industrial que esses cineastas recusavam.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.