HistóriaFascismo italiano: corporativismoNível 2
Na Itália fascista, a legislação aprovada entre 1926 e 1927 proibiu greves e locautes, reconheceu apenas os sindicatos ligados ao regime e determinou que os conflitos entre patrões e empregados seriam resolvidos por uma magistratura do trabalho. As corporações, reunindo representantes de empresários e trabalhadores de cada setor sob a supervisão do Estado, seriam a organização unitária das forças de produção.
(Texto elaborado com base na Carta del Lavoro, Itália, 1927)
O modelo descrito tinha como objetivo
Asubstituir a luta de classes por uma colaboração imposta pelo Estado, eliminando a autonomia sindical.✓ correta
Bfortalecer sindicatos independentes e ampliar o direito de greve dos operários das grandes cidades.
Cabolir a propriedade privada dos meios de produção e entregar as fábricas aos conselhos operários.
Dgarantir a gestão democrática das empresas e a divisão igualitária dos lucros entre os trabalhadores.
Edeixar as relações de trabalho livres de regras, conforme os princípios do liberalismo econômico.
Resposta correta: alternativa A
💡 Explicação
A alternativa correta é a A. O corporativismo fascista negava o conflito entre patrões e empregados e colocava o Estado como árbitro, proibindo greves e sindicatos livres. Ele não mexia na propriedade privada, por isso a C está errada. Vale lembrar que esse modelo influenciou a legislação trabalhista de outros países, inclusive do Brasil nos anos 1930.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.