Exercícios › Arte

Academicismo no Brasil e legitimação da arte: Estevão Silva — Arte

ArteAcademicismo no Brasil e legitimação da arte: Estevão SilvaNível 3

Estevão Silva, pintor negro formado pela Academia Imperial de Belas Artes, ficou conhecido por naturezas-mortas com frutas brasileiras, como cajus e mangas, de cores vibrantes. Em 1879, em protesto contra o que considerou uma injustiça, recusou publicamente um prêmio na cerimônia oficial da instituição.

A trajetória do pintor permite refletir que

Aartistas negros não tiveram nenhum acesso ao ensino formal de arte no Império.
Ba natureza-morta era o gênero mais prestigiado da hierarquia acadêmica.
Ca Academia, embora instância de legitimação, também era espaço de tensões e contestação.✓ correta
Da premiação acadêmica era decidida apenas pela votação do público.
Esuas obras seguiam o Impressionismo, por pintarem frutas ao ar livre.
Resposta correta: alternativa C
💡 Explicação
A alternativa C é a correta: a Academia decidia quem merecia prêmios e reconhecimento, mas o gesto de Estevão Silva mostra que suas decisões podiam ser contestadas por dentro. A alternativa A é desmentida pelo próprio texto, pois ele estudou na Academia. Já a alternativa B erra porque, na hierarquia acadêmica, a pintura histórica ficava acima da natureza-morta.
Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.
Pratique mais — de graça

No Canetinha você resolve questões com correção na hora e explicação da IA, acompanha seu progresso e segue seus professores. É grátis.

Criar conta grátisVer mais exercícios

Questões relacionadas de Arte

Pós-Impressionismo como antecedente do Cubismo: Um pintor francês do fim do século XIX pintou muitas vezes uma mesma montanha do sul da Fr…Expressionismo e angústia social: No início do século XX, um grupo de jovens artistas alemães retomou a xilogravura, técnica…Impressionismo como antecedente das vanguardas: No fim do século XIX, um grupo de pintores franceses passou a trabalhar ao ar livre, diant…Fauvismo: uso expressivo da cor: Em 1905, num salão de arte em Paris, um crítico se espantou com uma sala cheia de quadros …