PortuguêsParnasianismo: recursos estilísticos e valor dos conectivosNível 2
Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino, escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!
OLAVO BILAC. A um poeta.
No último verso, a repetição da conjunção "e" entre os verbos
Aopõe ações contrárias, mostrando a dúvida do poeta entre escrever e desistir.
Bacumula ações e enfatiza o esforço contínuo exigido pela criação poética.✓ correta
Cindica que cada ação é a causa da seguinte, numa relação de consequência.
Dapresenta alternativas, das quais o poeta deve escolher apenas uma.
Eintroduz uma conclusão que resume o pensamento da estrofe anterior.
Resposta correta: alternativa B
💡 Explicação
A alternativa correta é a B. A repetição do "e" (polissíndeto) soma várias ações seguidas, dando a sensação de um trabalho cansativo e sem pausa. Isso combina com a visão parnasiana do poema como fruto de esforço. A alternativa D confunde o valor de adição do "e" com o de alternância, próprio do "ou".Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.