ArteMúsica periférica (brega) e indústria fonográficaNível 3
Em Belém do Pará, o tecnobrega desenvolveu um circuito próprio nos anos 2000. Os artistas gravavam em estúdios caseiros e entregavam suas músicas a vendedores ambulantes, que reproduziam e vendiam CDs a preços baixos. Em vez de ver isso como prejuízo, os músicos usavam a circulação das faixas como divulgação: quanto mais as canções tocavam, mais público ia às festas de aparelhagem, grandes estruturas de som e luz, onde os artistas ganhavam com cachês e apresentações.
Em relação à indústria fonográfica tradicional, esse circuito se caracteriza por
Adepender de grandes gravadoras para distribuir os discos em lojas.
Bobter a maior parte da renda com a venda de discos oficiais.
Cproibir a cópia das músicas para proteger os lucros dos artistas.
Drestringir a circulação das canções às rádios de alcance nacional.
Epriorizar a renda dos shows e a livre circulação das faixas.✓ correta
Resposta correta: alternativa E
💡 Explicação
A alternativa correta é a E. No tecnobrega, a música circulava livremente para atrair público, e o dinheiro vinha principalmente das festas e apresentações. A alternativa B descreve o modelo tradicional das gravadoras, baseado na venda de discos, que é justamente o contraste proposto pela questão.Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.