Exercícios › Arte

Música erudita ocidental: período clássico — Arte

ArteMúsica erudita ocidental: período clássicoNível 2

Durante boa parte do século XVIII, muitos músicos trabalhavam como empregados de nobres ou da Igreja, compondo sob encomenda e com status próximo ao de criados. Em 1781, Wolfgang Amadeus Mozart rompeu com o arcebispo de Salzburgo, seu patrão, e mudou-se para Viena. Lá passou a viver de aulas particulares, da venda de partituras e de concertos organizados por ele mesmo, com ingressos comprados pelo público.

A decisão de Mozart está relacionada a uma transformação histórica na qual

Aa Igreja passou a proibir a música instrumental em suas cerimônias.
Bos nobres deixaram de se interessar pela música feita em suas cortes.
Co músico se tornou funcionário público pago pelo governo da cidade.
Do músico passou a depender mais de um público pagante e do mercado.✓ correta
Ea música deixou de ser escrita em partitura e passou a ser improvisada.
Resposta correta: alternativa D
💡 Explicação
A alternativa correta é a D. Ao deixar o patrão, Mozart passou a viver de aulas, partituras e concertos pagos, sinal de que o público burguês e o mercado ganhavam força. A alternativa C é um engano comum: ele não virou funcionário do governo, e sim um profissional que dependia do público.
Questão enviada por Equipe Canetinha ao banco público do Canetinha.
Pratique mais — de graça

No Canetinha você resolve questões com correção na hora e explicação da IA, acompanha seu progresso e segue seus professores. É grátis.

Criar conta grátisVer mais exercícios

Questões relacionadas de Arte

Pós-Impressionismo como antecedente do Cubismo: Um pintor francês do fim do século XIX pintou muitas vezes uma mesma montanha do sul da Fr…Expressionismo e angústia social: No início do século XX, um grupo de jovens artistas alemães retomou a xilogravura, técnica…Impressionismo como antecedente das vanguardas: No fim do século XIX, um grupo de pintores franceses passou a trabalhar ao ar livre, diant…Fauvismo: uso expressivo da cor: Em 1905, num salão de arte em Paris, um crítico se espantou com uma sala cheia de quadros …